quinta-feira, 20 de março de 2008

Tempinho sem postar... Isso chama-se pre-gui-ça! e um pouquinho de falta de criatividade também... xD


Vamos ao post.




Bom, aqui nessa cidade não se tem muita coisa a fazer nas tardes, pelo menos não ao meu alcance ou conhecimento, então o que eu faço: vou ao cinema!


Como sou uma universitaria ligeiramente... quebrada, ou sem grana, como preferir, eu busco outras alternativas para poder estar sempre sintonizada ao cine. Tenho ido muito ao cine-cult, uma sessão mais barata (meia 2 conto) e proporciona muita bagagem interessante.


Eu assisti uma mostra de cinema francês (nunca tinha visto nenhum filme francês) e fiquei meio chocada no começo... o desenrolar dos fatos, a iluminação, o figurino, como jah era de se esperar (ou não!); e principalmente o final, é tudo tão diferente!! filmes como "A professora de piano" do diretor Michael Haneke, que trata da história de uma mulher de cerca de 40 anos que esconde seus desejos masoquistas sexuais na pele de uma severa professora de piano, que acaba por se envolver com um jovem aluno a quem acaba confessando parte desses desejos. O fato é que acaba de uma maneira tão "ah tah! acabou??" que eu acabei por achar o filme no mínimo estranho...


Depois desse ainda assisti Lady Chartelley (Dir. Pascale Ferran), que tinha altas cenas de sexo... não, não era nada vulgar e explicito demais, afinal era algo de época, mas o filme era recheado dessas cenas. Isso me fez perceber que o cinema francês não tem tanto tabu em relação a esse tipo de cena, pois, pelo menos nesses poucos filmes que eu vi, pude perceber esse assunto abordado com até uma certa naturalidade, sem dar um ar vulgar, era apenas o sexo como ele é, algo natural e instintivo.


Recentemente, depois de uma (longa e triste) temporada sem ir ao cine, "reestreei" (isso existe?) com Paranoid Park, obra do diretor Gus Van Sant, que pelo que eu andei lendo, usa de uma abordagem bem inconvencional em seus filmes. Nesse, eu lembrei dos filmes franceses. Não tem nada a ver, exceto pelo tipo de desfecho. Eu achei a historia em sí legal- Mostra o cotidiano adolescente, através do personagem principal, Alex, e outros envolvidos. Alex passa por uma situação inusitada, com a morte acidental de um guarda ferróviario, além de outros problemas mais comuns a sua idade. A história se passa atraves de uma carta, escrita e lida por Alex, que foi sugestão de uma amiga para que ele se aliviasse. Mescladas as "cenas de impacto", há outras como flashes dos personagens andando de skate, que é o mundo no qual o filme está inserido, o que deixou a historia um pouco cansativa, mas também da um ar pessoal ao filme, já que ele está praticamente sendo contado pelo personagem principal.




Bom, quis dizer com essa boboseira toda que cinema além de ser uma ótima opção em entretenimento, também serve para abrir nossas mentes, nós que estamos acotumados á apenas um tipo de coisa, muitas vezes apresentados ao novo, nós o rejeitamos, por medo ou falta de costume, ou seja lá o que for; mas com o tempo passamos a compreender e aceitar melhor novas idéias e maneiras de olhar, enriquecendo assim a nossa bagagem.


quarta-feira, 2 de janeiro de 2008

Porque o bocejo é contagioso??

Segudo a bióloga Débora Hipólide, do Departamento de Psicobiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), evidencias sugerem que o bocejo é uma antiga forma de comunicação usada pelos nossos ancestrais, para indicar mudança de tempo, se ja está na hora de dormir e etc. O "contagio" seria na verdade uma reposta a esses sinais. Com a evolução, as ameaças diminuíram e a comunicação melhorou, mas ainda persiste esse resquício primitivo. Não somos os únicos vertebrados que bocejam: cães, gatos e leões são alguns exemplos de animais que têm a mesma mania.

Mas essa não é a unica teoria, o bocejo teria um caráter fisiológico, usado pelo organismo como um sistema de alerta, quando a pessoa está entediada, sonolenta ou cansada. " seria uma resposta à necessidade de uma respiração profunda para despertar o corpo", afirma Débora.
O bocejo é uma forma de comunicação, diz o professor de Neurofisiologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) Luiz Eugênio Mello. "Ele pode até ter uma função fisiológica - a de mandar mais oxigênio para o corpo - mas, inegavelmente, serve para sinalizar o tédio." Mello compara: ao ver pessoas gargalhando, você também começará a sorrir. "É uma tendência natural do ser humano imitar, agir como outra pessoa.".




Resumindo: há a função fisiologica de mandar mas oxigênio para o corpo, mas também acredita-se que é um meio de comunicação inconciente e uma forma de demontrar empatia.
Se interessou?? acesse: *dando os devidos créditos*

^^